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Na RTP3 com a @ydianaduarte, @mesteveaqui, @ruimaciell e @AdrianFCardoso para falar de habitação, numa visão de longo prazo:
- o impacto na pobreza e desigualdade infantil
- construir habitação social no centro das cidades
- pessoas comprarem essas casas sociais
Uma das razões para a desigualdade na escola é a privação material e condições onde vivem as nossas crianças. Em Portugal:
➡️1 em cada 4 crianças vive numa casa com problemas de humidade;
➡️16% vive em alojamentos sobrelotados;
2/11
Estes valores pioram para familias numerosas ou monoparentais. É obviamente mais difícil para estas crianças terem condições para estudar em casa ou terem estabilidade familiar.
(Nota: dados para crianças abaixo dos 12 anos)
3/11
Estas crianças crescem com mais dificuldade em aprender, ter boas notas na escola, e salários mais altos quando crescem. Portanto era importante darmos casas em condições para estas famílias.
4/11
Temos de construir mais casas em habitação social:
Infelizmente em Lisboa apenas 2% das casas são de habitação social.
Contrasta muito com Paris ou Londres (~20%) e ainda mais com Viena (~40%)
5/11
Um ponto importante, contudo, é que essa habitação social não pode só ser feita na periferia das cidades - todas as freguesias tinham de ter uma percentagem de casas em habitação social.
Por exemplo, na Lapa em Lisboa haver 5% de casas em habitação social.
6/11
Isto não é uma utopia. Por exemplo em Londres todos os boroughs tem uma % de habitação social (sim até nas zonas ricas como Chelsea tem, e bastante!)
A composição do bairro onde nascemos influencia e muito a capacidade das crianças terem melhores notas:
7/11
Mas há outro ponto importante. Dar às pessoas a possibilidade e os incentivos para comprarem as suas casas de habitação social no longo-prazo: por exemplo abatendo parte das rendas para dar entrada ao empréstimo.
Assim, podemos quebrar ciclos intergeneracionais de pobreza.
8/
A população em está a diminuir. Vamos ter de abrir as portas a pessoas de outros países, culturas e etnias e dar-lhes excelentes oportunidades de vida. Com isso vamos criar um pais melhor, mais rico e mais justo.
Mas não as podemos mandar para guetos e segrega-las.
9/11
A mistura social é importante. É importante que todos vivamos em bairros e andemos em escolas com pessoas de diferentes classes, rendimentos, culturas e maneiras de pensar.
Enriquece-nos a todos e dá novas oportunidades a quem não as teve.
10/11
Por fim. Esta é também uma boa oportunidade para as empresas e a sociedade civil mostrarem que são parte da solução.
A habitação social não tem de ser só feita pelo estado. Por exemplo o Peabody Group Trust (privado) tem mais de 100,000 casas sociais em Londres.
Fim
Na RTP3 com a @ydianaduarte, @mesteveaqui, @ruimaciell e @AdrianFCardoso para falar de habitação, numa visão de longo prazo:
- o impacto na pobreza e desigualdade infantil
- construir habitação social no centro das cidades
- pessoas comprarem essas casas sociais
🧵
1/11Quanto à pobreza infantil:
Uma das razões para a desigualdade na escola é a privação material e condições onde vivem as nossas crianças. Em Portugal:
➡️1 em cada 4 crianças vive numa casa com problemas de humidade;
➡️16% vive em alojamentos sobrelotados;
2/11Estes valores pioram para familias numerosas ou monoparentais. É obviamente mais difícil para estas crianças terem condições para estudar em casa ou terem estabilidade familiar.
(Nota: dados para crianças abaixo dos 12 anos)
3/11Estas crianças crescem com mais dificuldade em aprender, ter boas notas na escola, e salários mais altos quando crescem. Portanto era importante darmos casas em condições para estas famílias.
4/11Temos de construir mais casas em habitação social:
Infelizmente em Lisboa apenas 2% das casas são de habitação social.
Contrasta muito com Paris ou Londres (~20%) e ainda mais com Viena (~40%)
5/11Um ponto importante, contudo, é que essa habitação social não pode só ser feita na periferia das cidades - todas as freguesias tinham de ter uma percentagem de casas em habitação social.
Por exemplo, na Lapa em Lisboa haver 5% de casas em habitação social.
6/11Isto não é uma utopia. Por exemplo em Londres todos os boroughs tem uma % de habitação social (sim até nas zonas ricas como Chelsea tem, e bastante!)
A composição do bairro onde nascemos influencia e muito a capacidade das crianças terem melhores notas:
7/11Mas há outro ponto importante. Dar às pessoas a possibilidade e os incentivos para comprarem as suas casas de habitação social no longo-prazo: por exemplo abatendo parte das rendas para dar entrada ao empréstimo.
Assim, podemos quebrar ciclos intergeneracionais de pobreza.
8/A população em está a diminuir. Vamos ter de abrir as portas a pessoas de outros países, culturas e etnias e dar-lhes excelentes oportunidades de vida. Com isso vamos criar um pais melhor, mais rico e mais justo.
Mas não as podemos mandar para guetos e segrega-las.
9/11A mistura social é importante. É importante que todos vivamos em bairros e andemos em escolas com pessoas de diferentes classes, rendimentos, culturas e maneiras de pensar.
Enriquece-nos a todos e dá novas oportunidades a quem não as teve.
10/11Por fim. Esta é também uma boa oportunidade para as empresas e a sociedade civil mostrarem que são parte da solução.
A habitação social não tem de ser só feita pelo estado. Por exemplo o Peabody Group Trust (privado) tem mais de 100,000 casas sociais em Londres.
Fim
yes
Na RTP3 com a @ydianaduarte, @mesteveaqui, @ruimaciell e @AdrianFCardoso para falar de habitação, numa visão de longo prazo:
- o impacto na pobreza e desigualdade infantil
- construir habitação social no centro das cidades
- pessoas comprarem essas casas sociais
🧵
1/11 ... Quanto à pobreza infantil:
Uma das razões para a desigualdade na escola é a privação material e condições onde vivem as nossas crianças. Em Portugal:
️1 em cada 4 crianças vive numa casa com problemas de humidade;
️16% vive em alojamentos sobrelotados;
2/11 ... Estes valores pioram para familias numerosas ou monoparentais. É obviamente mais difícil para estas crianças terem condições para estudar em casa ou terem estabilidade familiar.
(Nota: dados para crianças abaixo dos 12 anos)
3/11 ... Estas crianças crescem com mais dificuldade em aprender, ter boas notas na escola, e salários mais altos quando crescem. Portanto era importante darmos casas em condições para estas famílias.
4/11 ... Temos de construir mais casas em habitação social:
Infelizmente em Lisboa apenas 2% das casas são de habitação social.
Contrasta muito com Paris ou Londres (~20%) e ainda mais com Viena (~40%)
5/11 ... Um ponto importante, contudo, é que essa habitação social não pode só ser feita na periferia das cidades - todas as freguesias tinham de ter uma percentagem de casas em habitação social.
Por exemplo, na Lapa em Lisboa haver 5% de casas em habitação social.
6/11 ... Isto não é uma utopia. Por exemplo em Londres todos os boroughs tem uma % de habitação social (sim até nas zonas ricas como Chelsea tem, e bastante!)
A composição do bairro onde nascemos influencia e muito a capacidade das crianças terem melhores notas:
7/11 ... Mas há outro ponto importante. Dar às pessoas a possibilidade e os incentivos para comprarem as suas casas de habitação social no longo-prazo: por exemplo abatendo parte das rendas para dar entrada ao empréstimo.
Assim, podemos quebrar ciclos intergeneracionais de pobreza.
8/ ... A população em está a diminuir. Vamos ter de abrir as portas a pessoas de outros países, culturas e etnias e dar-lhes excelentes oportunidades de vida. Com isso vamos criar um pais melhor, mais rico e mais justo.
Mas não as podemos mandar para guetos e segrega-las.
9/11 ... A mistura social é importante. É importante que todos vivamos em bairros e andemos em escolas com pessoas de diferentes classes, rendimentos, culturas e maneiras de pensar.
Enriquece-nos a todos e dá novas oportunidades a quem não as teve.
10/11 ... Por fim. Esta é também uma boa oportunidade para as empresas e a sociedade civil mostrarem que são parte da solução.
A habitação social não tem de ser só feita pelo estado. Por exemplo o Peabody Group Trust (privado) tem mais de 100,000 casas sociais em Londres.
Fim
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